Para Entender: Israel x Palestina

Normalmente faço um texto bem extenso para explicar algum fato que aparece no jornal diariamente ao longo de vários dias, já até me pediram para falar sobre esse tema no FB, mas como a internet possui umas funcionalidades bem úteis resolvi usar um vídeo do Cauê Moura (Clique AQUI para acessar o canal dele no Youtube) fazendo um apanhado histórico sobre o tema.

O legal é que em um vídeo de 9 minutos ele consegue explicar resumidamente parte da crise existente antes da criação do Estado de Israel, o drama da criação e as brigas que vieram depois. NUNCA que eu ia conseguir fazer um resumão desse sem escrever um livro gigantesco, então aproveita que hoje eu tô econômica e assiste aí:

O grosso da história é basicamente esse e depois que eles começaram a se matar ninguém mais quer parar. Ninguém quer saber da desigualdade de forças e nem de nada do gênero então até que o cessar fogo que está em vigor seja interrompido, Palestinos e Israelenses vão ter um tempinho para chorar seus mortos.

Hasta!

Por Ana Paula Ramos

Debate dos presidenciáveis

Hoje as 22h acontecerá o primeiro debate dos candidatos a presidência da República. Tradicionalmente a emissora que inicia a rodada de debates é a Band e poderemos acompanhar tanto pela tv quanto pela internet no portal da Band.
Estarão presentes no programa sete candidatos: Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (Psol) e Marina Silva (PSB).

Regras

Primeiro bloco: os candidatos terão 1’30” para responder uma pergunta (a mesma para todos) extraída de sugestões feitas pelos leitores do jornal metro.
Eles poderão utilizar mais 1’30” para fazer as considerações finais e assim termina o primeiro bloco.

Segundo bloco: Cada candidato pergunta uma vez escolhendo o candidato que vai responder. Cada um poderá responder até duas perguntas.
Pergunta: 30 segundos
Resposta: 2 minutos
Réplica: 45 segundos
Tréplica: 45 segundos

Terceiro bloco: Jornalistas do grupo bandeirantes fazem perguntas aos candidatos. Todos os candidatos serão perguntados. O jornalista pergunta e escolhe outro candidato para replicar a resposta. Cada candidato pode ser escolhido para replicar até duas vezes. O perguntado treplica.
Serão três jornalistas representado TV, rádio e mídia impressa do grupo. O esquema de tempo será o mesmo do segundo bloco.

Quarto bloco: Os candidatos voltam a fazer perguntas entre si.

Quinto bloco: Os jornalistas voltam a perguntar aos candidatos.

Sexto bloco: Cada candidato fará suas considerações finais utilizando o tempo que restou dos três minutos de resposta do primeiro bloco. Acordou-se com os comandos de campanhas que seria 1’30” para cada bloco.

Não perca a oportunidade de conhecer um pouco mais os candidatos. A desenvoltura dele em um momento de nervosismo e a habilidade de falar diz muito da personalidade e da capacidade de agir sobre pressão. Prestem atenção também a linguagem corporal.

Por Ana Paula Ramos

Programa eleitoral gratuito

Começou o programa eleitoral gratuito. Até outubro assistiremos diariamente 25 minutos de propaganda partidária. Aécio Neves deu as caras pela primeira vez hoje e em seu programa fez referências a Eduardo Campos, como todos os outros, e fez uma espécie de convocação aos brasileiros em prol de sua campanha.

Não houve nenhuma apresentação clara de proposta de governo, apesar de ter dito que quer se reunir em torno de um projeto de governo e não de poder. Discurso bem parecido com o do PSB… Assiste aí:

O PT também aproveitou para citar Eduardo Campos, fez uma retrospectiva do governo e tentou humanizar a imagem de Dilma. A fala da presidente mostra também a tentativa de criar empatia em torno da imagem dela já que nos últimos quatro anos ela continuou sendo vista como uma pessoa de personalidade difícil e com pouco carisma.

Não foi apresentada nenhuma proposta para o próximo governo, além da ideia de que o que está bom será mantido e o que não está será melhorado. Ainda estou me perguntando porque o Lula estava fazendo no programa… E tenho duas coisas a dizer:

1- O acesso a internet está melhor graças a livre concorrência das empresas de telefonia. Isso é possível hoje porque a Telebras foi privatizada no governo FHC;

2- É incrível como o Brasil parece não ter história antes de 2002.

Assistam pelo link:

(não consegui postar por algum motivo que eu não sei qual é)

Acho que a intenção deve ter sido só chamar a atenção das pessoas. Vamos ver se os próximos vão servir para mostrar algo concreto.

Por Ana Paula Ramos

Ideais de Eduardo Campos

 Reparei que algumas pessoas do meu círculo social não sabiam nem quem era Eduardo Campos mesmo as vésperas das Eleições e ele sendo o terceiro colocado nas pesquisas. Resolvi então dar uma ajudinha através das últimas entrevistas que ele deu durante esse ano. Não vou fazer um currículo dele porque isso você pode acessar em qualquer jornal, entra na Folha de São Paulo, no Valor Econômico, G1, Estadão… Enfim qualquer um que você vai saber a trajetória política dele, aqui me concentrarei apenas em entrevistas que mostram as propostas dele, que devem ser mantidas pelo partido (por isso e importante que você saiba), e as contradições apontadas pelos entrevistadores:

Entrevista 1 – Globo News Eleições

Entrevista 2 – Jornal Nacional

Entrevista 3 – Hora do Voto do Jornal Gazeta

Entrevista 4 – Roda Viva

 

Se você estiver se perguntando porque deveria assistir o motivo é muito simples: você precisa ver se houve coerência dentro do partido após a morte dele. Se a linha defendida por ele for mantida o partido se manteve coerente, se houver mudanças em pontos cruciais não houve coerência e você deve ficar atento para identificar a razão dessa mudança.

Votar com consciência não é ficar esperando tudo mastigado é usar a cabeça e procurar a notícia. É muito fácil dizer que não suporta política, reclamar do país e não saber nem quem são os seus candidatos. Difícil é peneirar argumentos para darem suporte à sua escolha. Mais importante do que estar insatisfeito e não concordar com algo e ter argumentos que embasem seu posicionamento. Essas quatro entrevistas estão longe de ser a solução entender todas as propostas do PSB, mas já indicam um caminho e você precisar ir atrás do restante e, principalmente, cruzar com as propostas dos outros candidatos, que também estiveram ou estarão nos mesmos veículos midiáticos.

Sair da inércia é difícil, mas nunca é tarde para dar o primeiro passo.

Por Ana Paula Ramos

Sobre perdas

Hoje perdemos um ícone da política brasileira. Hoje perdemos Eduardo Campos e pela primeira vez eu senti um enorme pesar que eu nem sem explicar de onde vem. Nunca senti isso com a morte de um desconhecido.

Vinha acompanhando os passos de Eduardo Campos antes dele se aliar a Marina. Quando ele apareceu como possível candidato ele já estava no meu radar político há dois anos por causa de uma visita que fiz a uma cidade de Pernambuco enquanto ele era governador. Na época ele tinha acabado de ser reeleito e ainda nem tinha tomado posse no segundo mandato.

Quando você visita uma cidade de interior que reconhece seu governador e enumera os motivos pelos quais votaria repetidas vezes nessa pessoa, o mínimo que você pode fazer é ficar de olho nesse cara. Foi isso que fiz, mas só do ano passado para cá que comecei a acompanhar mais de perto os passos dele e o novo projeto de Brasil que ele idealizava.

Eduardo

Ao se aliar a Marina, que ninguém queria pelo custo político de uma união desse porte, ele ganhou ainda mais meu coração porque eu sabia que ela devia ter visto algo diferente nele para aceitar a coligação. Não acho que ela seja perfeita nem concordo com todos os pontos de vista dela, mas acho que na política atual ela é um dos poucos peixes grandes (grande sim, ninguém ganha 20% dos votos de um país a toa) que luta contra a maré da corrupção e se mantém coerente.

Com a propaganda partidária de abril e a bandeira de união em torno de um programa de governo e não de interesses políticos percebi que muitas coisas que eu acredito estavam reunidas na figura dele. Foi a primeira vez que vi alguém colocando elementos novos no discurso, novidades que visavam o bem comum, novidades que realmente tinham poder para mudar a cabeça das pessoas e o país.

Eu sei que ele não era o único que lutava por essa causa, mas a força política de Eduardo Campos foi perdida e precisaremos de mais algum tempo para conseguir recompor essa linha de batalha. Sei que a perda de um pai de família não se compara a nenhuma dor do mundo, mas aquele pai fará muita falta ao Brasil.

Não foi só a família Arraes que perdeu, foi a nação brasileira. A impressão que tenho é que parte do meu sonho de mudança se foi com ele (eu sei que é dramático), mas eu gostaria muito que essa tragédia servisse para nos unir em torno de seu pensamento. Da ideia de que podemos ter um Brasil melhor construído por nós dia a dia através da nossa consciência política e de nossa preocupação com o bem estar de todos e não de meia dúzia.

A situação política para o PSB agora não é fácil, mas deixemos isso para outros posts o dia hoje é de pesar por uma perda irreparável. Que Deus conforte a família dele e de todos os que perderam a vida no acidente.

Por Ana Paula Ramos

Entrevista com os presidenciáveis: Dilma Rousseff

A série de entrevistas do programa Globo News Eleições chamou como segunda convidada a presidente candidata a reeleição Dilma Rousseff. O vídeo completo está aqui, vale a pena assistir:

O que me marcou logo na primeira pergunta foi a falta de objetividade da nossa presidente. Eu sei que político não costuma responder perguntas, mas levar mais de 7 minutos para responder a uma pergunta simples é meio exagerado na minha opinião… O questionamento da repórter foi claro: Qual a marca do seu governo (depois de citar que a marca de FHC foi a estabilização monetária e a de Lula a inclusão social)? Dilma respondeu que foi criar condições para entrar em um novo ciclo com programas de inclusão além da renda citou como características os programas minha casa minha vida e de infraestrutura (PAC).

A repórter aproveitou a deixa para perguntar se ela se considera uma boa gerente da economia e citou a taxa básica de juros, a inflação e o crescimento anêmico da economia para ilustrar a complexidade da nossa situação atual. Dilma aproveitou o momento para entrar em um embate com a jornalista para mostrar que o juro ex-ante é o menor de todos os tempos enquanto a repórter se referia claramente a taxa SELIC. Depois de fazer essa correção (?) ela parte para a resposta da pergunta e fala que o desempenho do país segue a maré baixa internacional e fala da dificuldade de se elevar o crescimento nos países desenvolvidos, emergentes e subdesenvolvidos. Gostei da frase que ela usou para ilustrar essa situação:

Não somos uma ilha

A terceira pergunta foi sobre desemprego e a repórter quis saber se ele é sustentável na atual situação econômica. Dilma respondeu que sim e que não vê um aumento no futuro do país. Ela ressaltou que o crescimento não será tão marcante como o dos últimos anos, pois estamos próximos do pleno emprego, mas não haverá queda no nível de emprego.

Em seguida a jornalista perguntou se ela faria alguma coisa diferente na economia, Dilma falou novamente sobre a crise internacional e sobre o fato de nunca ter escondido que ela existia. Disse também que concentrou esforços em evitar que os efeitos devastadores da crise chegassem ao país, mas não falou se mudaria alguma coisa, então é provável que ela esteja satisfeita com a situação econômica atual. Ela colocou ainda que o pessimismo do cenário atual se impôs como uma barreira a superação das dificuldades de conjuntura.

Na entrevista você poderá ver a presidente dizer que a culpa do aumento da energia é da baixa dos reservatórios e nada tem a ver com erro de planejamento. Ela falou também sobre a corrupção e disse que isso acontece em todas as áreas do país e por isso devemos apostar menos em homens e dar mais credibilidade as instituições. Com relação ao PT e seus escândalos (iguais aos de qualquer partido) ela afirmou que nenhum partido está acima de qualquer suspeita e espera que tudo seja investigado e os culpados punidos. Sobre a possibilidade de Dilma deixar de concorrer para dar lugar a Lula ela afirmou que está hipótese foi descartada desde sempre. Para finalizar ela falou sobre futebol e a elite branca que vaiou a presidente nos estádios.

Achei que essa entrevista também não trouxe muitas propostas concretas para atuação no governo caso seja eleita. Tô achando que o problema não está nos entrevistados…

Por Ana Paula Ramos

Agressão covarde ou mútua?

No fim de semana vi a foto de uma pessoa indignada dizendo que foi agredida por fisica e verbalmente por cabos eleitorais de uma candidata a deputada distrital. A foto que ela postou é essa aqui:

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E o texto (cópia literal da postagem no Facebook) foi esse:

Amigos, essas equimoses na minha panturrilha são o resultado de um covarde ataque que sofri ontem. Ocorreu que, ao retirar cavaletes de campanha política indevidamente colocados em cima da ciclovia fui atacada de surpresa e pelas costas por mais de uma dezena de pessoas que diziam-se cabos eleitorais da candidata Dra. Júlia, que tem como curral eleitoral a cidade satélite do Gama.
Os marginais uniformizados disseram que imaginar que eu fosse do candidato de oposição, como se isso justificasse a violência. Ao ver a cena de covardia, meu amigo João Victor colocou-se entre eu e os agressores, recebendo vários golpes e ofensas, e evitando que me lesionassem mais.
Pasmem: eram, em sua maioria, senhoras e senhores de idade, e, enquanto avançavam sobre mim e João, proferiam ameaças e xingamentos do mais baixo calão. Não bastassem, apoiavam suas ameaças na tal Dra Júlia, a candidata para quem trabalham uniformizados, dizendo que esta era advogada e que iria me ”ferrar”. Ainda, me impediram de entrar em meu carro, algum deles me arrancou os óculos de sol e o celular que estavam em minhas mãos, só devolvendo quando souberam que a polícia tinha sido acionada por vizinhos e populares que viram toda a cena criminosa.
A tal candidata, chegou após e, para a minha surpresa, concordou com toda a conduta criminosa dos seus contratados, inclusive tentando me intimidar com sua carteirinha da OAB (?).
Após a chegada da polícia, todos encaminhados à DP, TC de ameaças e vias de fato lavrado, inclusive em desfavor de um engraçadinho que entendeu por bem me ameaçar dentro da delegacia, em frente a todos os policiais.
Enfim, o processo será devidamente instruído com vídeos gravados e provas testemunhais pertinentes, e cada um responderá pelo que merece, salvo os que evadiram-se no momento em que a viatura da PMDF chegou.
Que fique aqui registrado todo o ocorrido, pra que saibam os eleitores de Brasília quem é a tal candidata Dra Júlia, e como leva sua campanha.
Lamentável!
Vote consciente!

Compartilhei a imagem porque achei a atitude bem extremista e sei que existem pessoas capazes de tudo para defender aquilo que elas acreditam que é o certo. Hoje, no entanto, descobri que conheço a filha da referida candidata (Brasília é um ovo) e ela não concordou muito com a versão que a agredida apresentou:

OLHA SÓ QUE LINDO O QUE ESSA AMIGA TÁ FAZENDO.
Ela está acusando minha mãe e “seus marginais uniformizados” de baterem nela indevidamente.
Gostaria de frisar que isso não é verdade. Nem um pouco na verdade. Como é que ela e um amigo vão apanhar tanto de um grupo de senhores de idade? Sério, o mais novo ali devia ter uns 50 anos.
A história que EU, como FILHA da mulher, fiquei sabendo que ela e o amiguinho dela estavam, lindamente, chutando e depredando as placas da minha mãe que estavam na rua.
TANTO FOI, que ao chegar na delegacia, o delegado disse que faria uma ocorrência de violência mútua.
Ela só esqueceu de falar que ela e o amigo dela também bateram nos senhores e senhoras que estavam ali presente. Ela só esqueceu de falar que não estavam, inocentemente, tirando a placa do lugar. APENAS ISSO. Pobrezinha. Porque com certeza um grupo de pessoas de idade iriam ATACAR a pobre moça COMPLETAMENTE SEM MOTIVO, no meio da rua.

Óbvio que a menina foi se defender e mostrou nos comentários e pediu a ela para que não falasse do que não sabia. O vídeo que ela indicou foi esse aqui:

Nele fica claro que houve agressão, não é isso que está em cheque. Nele também fica claro que a confusão já estava rolando a algum tempo e também é perceptível que a Dra. Júlia (que ainda não se pronunciou sobre o ocorrido, veja o Facebook dela AQUI) não estava presente no momento. Claro que não tem como controlar todo mundo que trabalha para ela, mas algumas medidas poderiam ter sido tomadas como forma de reduzir os danos causados…

A filha da candidata ainda tentou falar sobre como ela se sente ao ver a mãe sendo xingada pelo facebook, mas parece que houve alguma denúncia e a publicação dela foi apagada (clica na imagem que ela fica maior!):

Si

O que estou querendo falar sobre o caso é o seguinte:

1- Nada vai justificar a agressão que, comprovadamente, existiu e o vídeo é só um pedaço da história mesmo que não dê para ouvir nada que eles falem;

2- Temos que aprender a ouvir todos os envolvidos antes de tomar partido, se é que isso deve acontecer. Muitas vezes a melhor coisa a se fazer é simplesmente não piorar as coisas;

3- Aprender a se colocar no lugar do outro é fundamental e isso que foi falado pela filha da candidata é um exercício bem interessante. Se você foi agredida e está desolada porque falaram coisas absurdas sobre você e sua família como permitir que outras pessoas façam a mesma coisa contra o seu agressor sendo que o outro lado também tem família? O fato de eu ter razão em determinada situação não me torna melhor que ninguém e também não me dá o poder de sair por aí falando o que eu bem entender sobre qualquer pessoa;

4- Com o vídeo não fica claro qual é a participação da Dra. Júlia em toda a situação. Só quem estava lá sabe o que ela falou e as vezes a raiva, a indignação e o amor fazem com que distorçamos alguns acontecimentos para o bem ou para o mal. A omissão dela nas redes sociais pode ser uma estratégia para não piorar as coisas já que muitas vezes tentar se defender quando as pessoas envolvidas te chamam de síndica de bordel para baixo pode ser uma forma de inflamar ainda mais a situação. Nem todas as pessoas são racionais na hora de defender um ponto de vista… Eu me contentei em apenas compartilhar a imagem sem falar nada, mas para outra pessoa é preciso comentar e destilar todo o ódio por algo que nem se sabe exatamente como aconteceu;

5- O fato de a polícia classificar como agressão mútua deve significar alguma coisa;

6- Os candidatos estão escolhendo uns cabos eleitorais bem esquentadinhos;

7- Chega de enumerar.

Escolham a pessoa em quem vão votar com muito cuidado, são 24 vagas e 998 candidatos. Somos a unidade federativa com mais candidatos considerando a proporcionalidade entre população e quantidade de pleiteantes não é possível que não haja candidatos que valham a pena.

Por Ana Paula Ramos